Quais os 2 tipos de calvície mais comuns?



A alopecia androgenética é o tipo de calvície mais comum. Ela afeta mais os homens, mas as mulheres também podem desenvolvê-la. Sua causa está relacionada à quantidade hormonal (testosterona) desenvolvida pelo organismo.

A boa notícia é que há tratamento para controlá-la.

Neste artigo, veja os dois tipos de calvície mais comuns para ajudar você a diagnosticar a causa conforme os sintomas apresentados e ir em busca de uma solução mais rápida.

Mesmo que encontre informações na internet, lembre-se: a opinião de um especialista em calvície é essencial para um tratamento eficaz. Não deixe de consultar um dermatologista especialista em calvície.

Quais os 2 tipos de calvície mais comuns?

Conheça os tipos de  calvície mais comuns

Os dois tipos de calvície mais comuns são a alopecia androgenética e a alopecia areata.

Quando as mulheres desenvolvem calvície, geralmente se trata de uma reação a um evento específico. Podem ser em resposta ao parto, à menopausa, ao estresse, ao tabagismo, entre outros fatores.

A mudança no estilo de vida devido à tecnologia tem contribuído para o desenvolvimento da calvície, pois o comportamento dos indivíduos se alterou mais rápido do que o habitual nos últimos anos, e o corpo sente e responde a isso.

1. Alopecia androgenética

Quais os 2 tipos de calvície mais comuns?

A perda gradual de cabelo pode começar muito cedo. Essa forma de calvície ou é hereditária ou pode ser explicada devido à quantidade de hormônios masculinos. Por ser um dos tipos de calvície mais comuns, se o pai ou a mãe tinha a calvície androgenética, a criança tem mais chances de desenvolvê-la, ou na fase jovem, ou na fase adulta.

Costuma se manifestar pela queda de cabelo na coroa do crânio. A linha central torna-se cada vez mais visível. Este tipo de calvície pode começar em qualquer idade, em torno dos 14 e 15 anos, mas somente aos 40 ou 50 anos é que pode ser fisicamente vista.

Quando a testosterona – principal hormônio masculino – atinge a raiz dos cabelos, ela sofre a ação de uma enzima que causa o enfraquecimento do folículo piloso, consequentemente a morte da raiz.

Oleosidade, uso excessivo de produtos químicos, má alimentação, estresse e reação a medicamentos também são causas da queda de cabelo gradual e estão relacionadas à alteração hormonal.

2. Alopecia areata

Também tida como um dos tipos de calvície mais comuns, trata-se de uma queda aguda dos fios em locais específicos. Está ligada a traumas emocionais ou físicos. É identificada por falhas em áreas circulares e se trata de uma doença autoimune (fatores genéticos também são agentes causadores).

Afeta 2% da população e pode aparecer em qualquer idade. É mais comum em homens, configuram 60% dos casos. Os fios de cabelo, quando puxados, caem em tufos e com raiz, e se não for procurado tratamento, a perda pode ser irreversível. O tratamento irá depender do seu estágio, então um tratamento psicológico é aconselhável devido às consequências à autoestima do indivíduo.

A calvície areata pode ocorrer em outras áreas do corpo, como na barba, por exemplo. Não há como prever quando haverá queda. Há pessoas que recuperam os fios, mas também há casos em que não voltam mais. Trata-se de uma doença que não tem cura, no entanto, há tratamentos que impedem que o quadro sofra progressão.

Principais vitaminas para não ter calvície

Quais os 2 tipos de calvície mais comuns?

Na dieta alimentar, devem estar presentes as vitaminas A (antioxidante), C (antioxidante) e D (manutenção dos ossos e da pele) e o complexo B (regulação do metabolismo).

Deficiência de ferro também pode ser a causa da calvície. Tomar suplementos de ferro além de abrandar a perda de cabelo, favorece o crescimento de pelos em outras partes do corpo.

O zinco desempenha um papel importante na renovação celular, por isso sua deficiência no organismo pode levar a perda de cabelo significativa. Uma dose diária de 30 mg, administrada durante três meses, ajuda a reduzir a perda.

A deficiência de magnésio é responsável pela sensação de grande fadiga, proveniente da disfunção de várias reações bioquímicas celulares. Com a ingestão de 500 a 750 mg por dia, durante um mês, ajuda a reduzir gradualmente a perda de cabelo.

Para uma mulher, a perda de cabelo é extremamente preocupante. Caso desenvolva alguma das formas de calvície, ela deve ter em mente de que ela não é uma exceção, mas faz parte de um grande número. Já são mais de 10 milhões, só no Brasil, que sofrem com queda de cabelo excessiva. Embora as consequências físicas da alopecia sejam primordialmente estéticas por natureza, elas podem ter repercussões emocionais e de autoestima.

Dentre os tratamentos para os tipos de calvície mais comuns, há vários complexos vitamínicos para fazer o cabelo crescer. E com as proteínas presentes em cereais, grãos integrais, carne vermelha magra, peixes e folhas verde-escuras, é possível ingerir alimentos essenciais no combate à calvície.

Previna-se contra os tipos de calvície mais comuns!

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