Conheça o processo que pode fazer você perder peso e viver mais



Você quer perder peso e não sabe como? Sabe o que é autofagia? Nesse artigo falaremos tudo sobre a autofagia, como ela funciona e o porquê fazer essa prática que está ajudando muitas pessoas a perder peso e viver mais.

O que é autofagia?

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A autofagia é o processo de deterioração e reciclagem de componentes da célula. Todas as células fazem a autofagia. Os cientistas acreditavam que a autofagia provocava a morte da célula. Atualmente, sabe-se que é um procedimento que assegura a sobrevivência delas.

Autofagia significa “comer a si próprio”, sendo assim, a célula consome partes de si mesma. A autofagia ocorre quando o organismo necessita de alimentos e reservas energéticas. Nesse momento a célula digere suas partes como uma maneira de garantir a sua sobrevivência.

A autofagia também acontece quando existe a necessidade de expelir células sadias ou tumorais, possibilitando a reciclagem dos seus componentes. Esse processo, por exemplo, elimina as organelas que estão velhas ou desgastadas, renovando os componentes. A autofagia é, por fim, um processo muito importante no metabolismo celular, pois mantém o equilíbrio entre a síntese e a degradação dos produtos celulares.

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O que é autofagia?

O processo da autofagia começa com a produção de proteínas que se relacionam até formar as membranas. O material a ser ingerido se envolve nas membranas e disso forma-se o autofagossomo que se funde com o lisossomo, onde o material é digerido pela ação das enzimas e ocorre a digestão.

Em algumas situações, pode acontecer a autólise que é quando ocorre a morte da célula. A autólise consiste na ruptura dos lisossomos com a liberação das enzimas digestivas no citoplasma e acaba com todo conteúdo celular. Pode-se dizer que a autólise é a autodigestão da célula.

A autofagia e doenças

Agora que você sabe o que é autofagia, podemos falar sobre a relação da autofagia com as doenças e até mesmo a perda de peso. Em 2016, Yoshinori Ohsumi, um cientista japonês, ganhou o Premio Nobel de Medicina por suas descobertas sobre os mecanismos de o que é autofagia.

Esses mecanismos levaram a um melhor entendimento de doenças como a demência e o Parkinson. Desde então, estudiosos e companhias farmacêuticas têm corrido para encontrar medicamentos que estimulam o procedimento, e especialistas em bem-estar e dieta têm aproveitado a onda dizendo que o processo pode ser induzido naturalmente por jejum, restrição ao consumo de carboidratos e exercícios extremamente intensos.

Segundo a pesquisadora do Inserm Claire Vinatier, estudos pré-clínicos realizados em ratos revelaram que a ativação da autofagia pode desacelerar o surgimento da artrose e até melhorar “os signos de mobilidade”.

Mas, realizar experimentos em humanos é algo bem distante. Entre as moléculas testadas em ratos está a rapamicina, medicamento usado em humanos para diminuir as chances de rejeição em transplantes. Para evitar os efeitos secundários deste medicamento, ele é injetado diretamente na articulação. Além disso, consideram-se alternativas assim como a proteína Klotho que está presente no corpo humano.

Enquanto os testes clínicos em humanos não começam e ainda que isso possa levar anos, é possível estimular a autofagia com a alimentação por meio do resveratrol, antioxidante presente no vinho tinto, chocolate e em alguns tipos de frutas.

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